quarta-feira, novembro 29, 2006

Nunca pensei dizer isto, mas...

...sinto saudades do TV Rural e do Sr. Eng.º Sousa Veloso com as suas belas suíças. Em miúda detestava o programa, pois tinha de ficar à espera que o mesmo terminasse (dava ao Sábado ao fim da manhã), para ver o Jornalinho e os desenhos animados. Mas agora, que saudades do Eng.º Sousa Veloso e da árvore animada (e depois frutos)no início do programa acompanhada por uma música toda tirolesca.

sexta-feira, novembro 24, 2006

Marretas Bébés

Eram tão fofinhooooooos (sim eu era já uma adolescente quando via isto :S)

quarta-feira, novembro 22, 2006

Precisava tanto...

...da minha "botibota" à volta do tornozelo, para erradicar o stress :S

quarta-feira, novembro 08, 2006

Karaté - Uma questão de vocação

Com 15 anos decidi inscrever-me no karaté. O clube recreativo lá da rua tinha aberto inscrições recentemente para a modalidade referida e eu pensei “e porque não?” . E lá fui eu. Tinha aulas às Segundas, Quartas e Sextas, sempre às 19h00. O irmão da minha vizinha emprestou-me o kimono pois já tinha desistido do judo e tive apenas de comprar o belo do cinturão. Branco, como é óbvio. Bem, depois de ter reunido condições (essencialmente equipamento) para a prática do karaté, lá iniciei o meu percurso pelo mundo das artes marciais que se prolongou até eu ter completado 19 anos.

Não foi fácil! Não foi mesmo nada fácil! No primeiro dia o Mestre “rebentou” comigo. Eu não tinha Educação Física no liceu, logo não tinha qualquer preparação. Fiz tantos exercícios de aquecimento e repeti tanto a kata do meu dan (ou cinto, já nem me recordo o nome que atribuíam) que no dia seguinte nem conseguia sentar-me!! Com o passar do tempo, lá me fui habituando e ao fim de um ano já tinha arranjado alcunhas para alguns dos meus colegas e já era chamada para as demonstrações de combate (o chamado komité) essencialmente porque passava o tempo a gozar com o pessoal e era uma forma subtil do meu Mestre se vingar, cravando-me vigorosos socos no abdómen. Nem com esses castigos aprendi. Gozei com o pessoal até ter desistido do karaté.

Era impossível não gozar. Juro!! Só o facto de andarmos descalços era meio caminho andado! Imagine-se: adolescentes chulipentos a treinar! Blargh! Tanta vez que recusei fazer aquecimento com o Chulé Pé exactamente pelos motivos que me levaram a dar-lhe aquela alcunha. E os saltos de coelho? Era humanamente impossível para mim saltar à volta do ginásio quando o Peidorreiro se gazeava todo por cada pulo que dava. Eu passava o tempo todo a rir. Depois era a Carla Felpa, mas essa fazia parte do grupo de karatecas dos bombeiros: exibia com orgulho o seu peito felpudo. Dizia que eram pêlos de estimação. Daí a colocar-lhe o apelido de Felpa foi um tirinho. Depois havia o Urso. Era Urso porque quando emitia o Kiay (ou lá como é que isto se escreve), parecia um urso esfomeado após um longo período de hibernação: UUUUUUUÔOOOSSSSSS (era mais ou menos um som como este).

Lembro-me das palavras do meu Mestre quando a minha mãe o questionara sobre o estágio que eu ía frequentar:
- D. Mãe, a sua filha, bom, como é que eu vou descrever a sua filha?! Não quer ficar ao pé de fulano porque cheira mal dos pés, se ficar com beltrano é porque cheira mal da boca, portanto também não quer. Não grita nos exercícios (o kyai), porque diz que parece mal estar ali aos gritos. A meio dos combates, faz uma pausa para arranjar o kimono. Para ela tudo é motivo para dar largas à imaginação e divagar sobre o mais improvável. No entanto é uma pequena adorável....:S

E por aqui me fico. Farei mais relatos das minhas aventuras no mundo do karaté, até porque foram mesmo muitas. E do Body Pump também. E do Step. E do Volei. E tudo e tudo. ;)

segunda-feira, novembro 06, 2006

Love Kills

Hoje deu-me para isto :S

Deve ser do tempo, ou então apenas porque sempre foi uma das minhas preferidas, ou então porque me faz lembrar as minhas paixões na adolescência, todas elas de caixão à cova...ai ai, até denoto um piqueno lacrimejar nas "vistas"

quinta-feira, novembro 02, 2006

Fazia-me tanta falta...

...uma pochette como a do SPORT BILLY!!!!





sexta-feira, outubro 27, 2006

TIME BANDITS - ENDLESS ROAD

"And I want you to know, my love, it's an endless road lai lai lai ri lai

quinta-feira, outubro 26, 2006

Inocentes 5 anos

Eu - Oh vó, o vô deu um peido!!!
Avô - Tá calada piquena!!!! (avô visivelmente constrangido)
Eu - Mas é verdade! O vô deu um peido!! Eu ouvi!!
Avô - Não vês que é o banco a ranger?!

19hrs, chega a minha mãe para me levar

- Oh mãe, o vô peida-se e depois diz que é o banco que faz barulhos :D

sexta-feira, outubro 20, 2006

Ottawan-D.I.S.C.O.

Adoro a música, mas LOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOL, o fatinho da menina e o pézinho de dança do casal...esperem esperem...LOOOOOOOOOOOOOL

quarta-feira, outubro 18, 2006

Olha que lindo!

Faço anos no Dia Mundial do Animal e o aniversário do meu casamento coincide com o Dia Mundial da Menopausa! É coisinha para me aconselhar na Maya.

terça-feira, outubro 17, 2006

Earth & Fire - Weekend (Videoclip)

AAaaaahhhh encontrei

Earth & Fire (1979)

Ouvi-os hoje na Antena 3, na "Máaaaaquina do Tempoooooo". Confesso que há já bastantes anos que não ouvia isto. Faz-me lembrar os tempos em que passeava à noite, na Costa de Caparica, com os meus pais. Lembro-me de ouvir esta música - Weekend - quando passava à porta dos diversos cafés e bares da outrora fantástica Rua dos Pescadores. Infelizmente não consigo fazer o "dauló" da música. Fica aqui a letra para quem se recorda:

"Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend

Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend

Chorus:

Love in a woman’s heart
I wanna have the whole and not a part
It’s strange that this feeling grows more and more
‘Cause I’ve never loved someone like you before

Sunday and it’s so hard to say goodbye
I don’t know what to do passing the days without you
Friday night when I see you again
You’ll make a fool out of me
I don’t wanna be your lover for the weekend

Chorus (2x)

Sometimes when I’m looking at your face
There’s something in your eyes that makes me realize
We’ve got no chance if we’re going on this way
You mean such a lot to me
I don’t wanna be your lover for the weekend

Chorus (3x)"

sexta-feira, outubro 13, 2006

Armas de arremesso

Quando ficava sozinha em casa, corria para a varanda, munida de batatas greladas para arremessar a quem passava na rua. Depois escondia-me, claro, e ficava divertida a ouvir os comentários das pessoas, do género: "quésta merda?!" ou "se te apanho aperto-te o pipo". Chegava a cortar as batatas em cubos para render mais.

Também costumava experimentar a sorte à noite, enquanto a minha mãe ficava hipnotizada a ver a novela e o meu pai ía até à rua beber café. Nessas alturas, e para não estar sempre a passar pela minha mãe para reabastecer o meu stock de batatas, até o carvão para o churrasco ou os "terrões" dos vasos serviam. Cheguei a trocar munições com a minha vizinha do lado, dependendo da localização do alvo. Ficávamos horas a rir do figuraço do pessoal a "mandar vir" em todas as direcções com a esperança de vislumbrar alguém suspeito. Quando a minha prima passava fins de semana comigo, também alinhava na brincadeira e até conseguia encontrar pedras para atirar, após esgatafunhar arduamente, os vasos da minha mãe.

Até pedras do aquário dos meus pais utilizei como arma de arremesso. Até ao dia em que acertei no meu próprio pai, que ao reconhecer as pedras, galgou as escadas do prédio sem paciência para esperar pelo elevador, e meu presenteou com uma vigorosa chapada dos dentes que me fez sentir como se tivesse injectado as beiças com silicone, botox ou até picante (fiquei com beiças pisca-pisca).

Hoje também gostava de fazer o mesmo. Sem o risco da chapada nos dentes. Aliás, sem qualquer risco associado. Mas daqui do terraço do meu local de trabalho. E nada de batatas. pedras ou terrões. Era mesmo com os cócós dos pombos que povoam os beirais destas janelas. E com clips, mas numa fisga porque assim dói mais!

Já me sinto melhor. Não descomprimi da forma que queria, mas confesso que ter expressado esta minha vontade, me deixou bem mais solta. Bom fim de semana!

segunda-feira, outubro 09, 2006

Nojo, nojo, nojo!!!

Quem é que nunca teve a experiência agonizante de sentir as faces limpas por uma ponta de lenço cuspida pela avó ou avô? Ou mesmo pelos pais?! Ficava agoniada o resto do dia...nojo, nojo, nojo. Cada vez que me lembro, credo!!! A imagem da minha avó e/ou avô, direitinha a mim, com aquela ponta de lenço impregnada de saliva para me limpar o chocolate, ou os bigodes de leite...oh meu Deus!!!

Era mesmo só para partilhar isto! Mas espero sinceramente existam mais almas molestadas pelo lenço cuspido. Pleaaaase!!!

sexta-feira, setembro 22, 2006

"Baby I don't care"

Ou então o "I want your love". Estou a referir-me a quê/quem?! TRANSVISION VAMP e a arrojada Wendy James. UUUHHH YÉÉEEE BEIBI!





terça-feira, setembro 19, 2006

Escola Secundária

Ano lectivo 1987/1988, 7º ano de escolaridade, aula de matemática:

Professor: Vocês não prestam atenção às aulas. Deviam ter consciência de que a matemática é fundamental em todas as profissões, quer sejam padeiros, talhantes, costureiras, peixeiras...por falar nisso, CAMÉLIA FAÇA O FAVOR DE FICAR CALADA UM MOMENTO. BOLAS, QUE PEIXEIRA!!

Eu (com pose de ranhosa): Olhe "stôr" por acaso eu até podia ser peixeira, por acaso até podia ser peixeira!!!

Professor: PUDERA! VOCÊ TEM CARA DE CORVINA!!!!

E depois disto, para mim, foi o degredo. Bom, ok, só até ao final da aula, depois a malta esqueceu e lá pararam de rir.

E não, não tenho cara de corvina!!!

quarta-feira, setembro 13, 2006

Contos de Andersen

Quem não se recorda dos Contos de Andersen na RTP, durante a semana ao final da tarde? Daqueles contos tão tristes, tão tristes que nos faziam chorar copiosamente (pelo menos eu chorava)? Pois hoje lembrei-me de um deles, um dos que mais me marcou: A menina dos fósforos.

"Era véspera de Ano Novo. Fazia um frio intenso; já escurecia e caía neve. Mas a despeito de todo o frio, e da neve, e da noite, que caía rapidamente, uma criança, uma menina, descalça e de cabeça descoberta, vagava pelas ruas. É certo que estava calçada quando saíu de casa; mas os sapatos eram muito grandes, pois que a mãe os usara, e escaparam-lhe dos pezinhos gelados, quando atravessava uma rua a correr, para fugir de dois carros que vinham a toda a velocidade. Não encontrou um dos chinelos e o outro apanhou-o um rapazinho, que saiu disparado e a dizer que aquilo iria servir de berço aos seus filhos, quando os tivesse. Continuou, pois, a menina a andar, agora com os pés nús e gelados. Levava no avental velhinho uma porção de caixas de fósforos e tinha uma delas na mão: não conseguira vender uma só em todo o dia, e ninguém lhe dera esmola - nem um só vintém.

Assim, morta de fome e frio, ía arrastando-se penosamente, vencida pelo cansaço e o desânimo - a estátua viva da miséria.

Os flocos de neve caíam pesados, sobre os lindos cachos louros que lhe emolduravam graciosamente o rosto; mas a menina nem dava por isso. Via, pelas janelas das casas, as luzes que brilhavam lá dentro; vagava na rua um cheiro bom de pato assado - era a véspera do Ano Novo - isso sim, não o esquecia ela.

Achou um canto, formado pela saliência de uma casa, e acocorou-se ali, com os pés encolhidos para abrigá-los ao calor do corpo; mas cada vez sentia mais frio. Não se animava a voltar para casa, porque não tinha vendido uma única caixinha de fósforos, e não ganhara um vintém; era certo que levaria algumas lambadas. Além disso, lá fazia tanto frio como na rua, pois só havia o abrigo do telhado, e por ele entrava o vento, a uivar, apesar dos trapos e das palhas que lhe tinham vedado as enormes frestas.

Tinha as mãozinhas tão geladas... estavam duras de frio. Quem sabe se acendendo um daqueles fósforos pequeninos, sentiria algum calor? Se se animasse a tirar um ao menos da caixinha, e riscá-lo na parece para acendê-lo... Ritch!... Como estalou, e faiscou, antes de pegar fogo!
Deu uma chama quente, bem clara, e parecia mesmo uma vela, quando ela o abrigou com a mão. E era uma vela esquisita, aquela! Pareceu-lhe logo que estava sentada diante de uma grande estufa, de pés e maçanetas de bronze polido. Ardia nela um fogo magnífico, que espalhava suave calor. E a meninazinha ía estendendo os pés enregelados para aquecê-los e... crac! Apagou-se o clarão! Sumiu-se a estufa, tão quentinha, e ali ficou ela, no seu canto gelado, com um fósforo apagado na mão. Só via agora a parede escura e fria.

Riscou outro. Onde batia a sua luz, a parede tornava-se transparente como a gaze, e ela via tudo lá dentro da sala. Estava posta a mesa, e sobre a toalha alvíssima via-se, fumegando entre toda aquela porcelana tão fina, um belo pato assado, recheado de maçãs e ameixas. Mas o melhor de tudo foi que o pato saltou do prato e, com a faca ainda cravada nas costas, foi pelo soalho direito à menina que estava com tanta fome, e...

Mas - que foi aquilo? No mesmo instante acabou-se o fósforo, e ela tornou a ver somente a parede nua e fria, na noite escura. Riscou outro fósforo, e àquela luz resplandecente, viu-se sentada debaixo de uma linda árvore de Natal. Oh! Era muito maior, e mais ricamente decorada do que aquela que vira, naquele Natal, ao espreitar pela porta de vidro da casa do negociador rico. Entre os galhos brilhavam milhares de velinhas; e estampas coloridas, como as que via nas vitrinas das lojas, olhavam para ela. A criança estendeu os braços, diante de tantos esplendores, e então, então... apagou-se o fósforo. Todas as luzinhas de natal foram subindo, subindo, mais alto, cada vez mais alto, e de repente ela viu que eram estrelas, que cintilavam no céu. Mas uma caiu lá de cima, deixando uma esteira de poeira luminosa no caminho.

- Morreu alguém - disse a criança.

Porque sua avó, a única pessoa que a amara no mundo, e que estava morta, lhe dizia sempre que quando uma estrela desce, é que uma alma subiu para o céu.
Agora ela acedeu outro fósforo; e desta vez foi a avó que lhe apareceu, a sua boa avó, sorridente e luminosa, no esplendor da luz.
- Avó! - gritou a pobre menina - Leva-me contigo... Já sei que quando o fósforo se apagar, tu vais desaparecer, como se sumiram a estufa quente, e o rico pato assado, e a linda árvore de Natal!
E a coitadinha pôs-se a riscar na parede todos os fósforos da caixa, para que a avó não se desvanecesse. E eles ardiam com tamanho brilho, que parecia dia, e nunca ela vira a vovó tão alta, nem tão bela! E ela tomou a neta nos braços, e voaram ambas, num halo de luz e de alegria, mais alto, e mais alto, e mais longe... longe da terra, para um lugar lá em cima onde não há mais frio, nem fome, nem sede, nem dor, nem medo, porque elas estavam agora com Deus.

A luz fria da madrugada achou a menina sentada no canto, entre as casas, com as faces coradas e um sorriso de beatitude. Morta. Morta de frio, na última noite do ano velho.
A luz do Ano Novo iluminou o pequenino corpo, ainda sentado no canto, com a mão cheia de fósforos queimados.
- Sem dúvida ela quis aquecer-se - diziam.
Mas... ninguém soube das lindas visões, que visões maravilhosas lhe povoaram os últimos momentos, nem em que halo tinha entrado com a avó nas glórias do Ano Novo."

Bolas, ainda me causam o mesmo efeito.

segunda-feira, setembro 11, 2006

Uh uh uh uh Nostalgiaaaaa....

...que por acaso era o jingle da Rádio Nostalgia que é agora a Rádio Clube Português! Mas não era sobre isto que eu queria escrever. Era sobre as saudades que sinto de filmes parvos, disparatados, de humor fácil e de teor sexual à mistura. Filmes como o Porkys (I, II e III), Gelado de Limão (I, II, III e acho que fizeram mesmo uma arca cheia de Gelados de Limão porque já cheguei a ver o V), Os Tarados do Rio Louco, João Broncas e por aí fora!

Face à saudade que sentia, procurei no google imagens que me fizessem suspirar pela minha adolescência, onde, ao assistir aos referidos filmes, ou escancarava a boca de tanto rir, ou fazia um riso à Mutley, para não dar muita "cana" pelo rubor que espelhava na face quando apareciam cenas mais picantes. Mesmo assim não passava despercebida uma vez que a rir daquela maneira, elevava os ombros freneticamente. Quem estivesse atrás de mim poderia pensar que, caso não estivesse a rir, estaria concerteza a ser electrocutada. Adiante. Encontrei esta imagem (não posso perder muito tempo a procurar imagens...a paciência é pouca)!























Já agora, a jeito de agradecimento após ter ganho um troféu qualquer (e porque não tem nada a ver com os outros filmes que mencionei), também gostava de acrescentar que gostei muito do "Feios, Porcos e Maus". Era só. Mtóbrigada!

terça-feira, setembro 05, 2006

Opá lembrei-me...

...e vai daí

"- Olá, olá, outra vez nas compras?!
- Foi só uma saia, Guida
- Espero que tenha bolsos...para esconder essas mãos!!
- Que queres? É de lavar a loiça!
- Mas o novo Palmolive (blá blá blá) trata as tuas mãos, enquanto lavas a loiça!!

PALMOLIVE LOIÇA, BLÁ BLÁ BLÁ BLÁ"

Do mal o menos, porque há duas horas atrás estava a trautear o "Boys, boys, boys" da Sabrina with the big bubbies!

Acho que ainda não é hoje que termino o plano para o próximo triénio :S

segunda-feira, setembro 04, 2006

Conan, o rapaz do futuro

Mas eu gostava mais do Jimsy...



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