sexta-feira, fevereiro 26, 2010

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

E os autocarros de 2 andares? Hum? Hum?



Se já falei sobre isto em posts anteriores, paciência. A idade não perdoa e a preguiça ainda menos pois não estou para ir pesquisar o histórico.

Ontem vi na RTP uma reportagem sobre uma escola que frequentei - ES Luís António Verney - e foi com alguma tristeza que vi aquele espaço coberto de graffitis, portas amachucadas, esburacadas...CREDO!! Nós éramos todos uma cambada de índios, mas pelos vistos, índios contidos porque fora os tomates podres, os apalpões, os esticões nos elásticos e o pessoal que fumava "lá atrás" e ía p/mata pinar, até que o pessoal era educadinho. E morríamos de medo de alguns contínuos. Agora são todos os contínuos a morrer de medo. QUÉISTO?!!!!

Bom, isto foi só um apartezito, para referir que no tempo em que frequentava esta escola, nos fins de tarde de Sexta-Feira éramos brindados com um 59 de 2 andares!! Era a loucura. O "r/c" ía sempre vazio. A malta queria era ir lá para cima e se possível ficar mesmo por cima do condutor, como se fossemos nós o dito condutor. Espectáculo!!

Isto sim é que era adrenalina :P

sexta-feira, agosto 14, 2009

AAAAAAAHHHH

Que saudades daquelas noites quentes de Verão que se repetiam amiúde, em que a vizinhança se juntava no chamado largo da Sical, conversando até altas horas da noite, e nós putos, brincávamos à apanhada e ao macaquinho do chinês, ou então andávamos "à roda" só p/fazer fresco ou para as meninas verem o rodado da saia.

Hoje as noites quentes escassam e intervalam com grandes períodos de Verão ventoso. E já não existe a cumplicidade entre vizinhos. Cada um na sua casa e queremos lá nós saber da vida dos outros...

segunda-feira, junho 01, 2009

Here and Now

Bom espectáculo, com algumas falhas no som. Ainda me senti transportada algures para locais da minha adolescência onde algumas daquelas músicas tanto significaram para mim.
Mas não se pode ter tudo. A Belinda que o diga. Ficou tão aborrecida pelas falhas e guinchos no microfone que saíu sem despedir-se do público. Deixou lá a "bacana" do backup voice a terminar o espectáculo. Não lhe ficou bem, já tem idade para deixar de armar-se em vedeta. Enfim.
Deixo aqui, por ordem de actuação, a malta que encabeçou o Here and Now no passado dia 29 de Maio no Pavilhão Atlântico:

Curiosity Killed The Cat



Só conheço vagamente uma música destes srs. E a avaliar pelas reacções, creio que o resto do público também.

Nik Kershaw



Deste, não falhou uma. Cantei todas, todinhas e bati palmas até ficar com as mãos feitas em trambolhos. Tão diferente que está agora. Ai a idade. Mas conseguiu transportar-me ao tempo dos casacos em V e o cabelo à bate-chapa.

ABC



Chegaram nas suas fatiotas e conseguiram fazer pular as sras com o "Shoot That Poison Arrow" e o famosíssimo "Look of Love". Também pulei, claro (e as minhas mãos, meu Deus, as minhas mãos).

Belinda Carlisle





Não fosse o microfone e o som, esta Sra teria tido uma prestação mais simpática. Continua elegante. E deixou-me rouca de tanto cantar aquelas músicas que em tempos me faziam doer os cotovelos.

Kim Wilde






A melhor actuação da noite. Pela reacção do público. Pela simpatia dela e como se emocionou. Grande Kim!

Rick Astley



Interessante. Com humor inglês à mistura. Também me fartei de cantar e já não sentia as mãos. No global...UM BOM CONCERTO!

segunda-feira, abril 13, 2009

Fora do contexto do blog...

Tem quase dois anos e hoje ao deixá-lo com os avós, fez a fita a que já me acostumou na creche onde se agarra às minhas pernas e eu, a muito custo, tento escapar com a lenga-lenga habitual:

- Filho, ficas aqui porque a mãe tem de ir ganhar o tostão!

E hoje, provavelmente já farto desta conversa agarrou no porta-moedas da avó e tirou de lá umas poucas para me dar...é coisinha para andar o resto da semana de coração apertado, lágrima no canto do olho e olhar embevecido sempre que recordar este momento!

Mas como o dinheiro não cai do céu...

terça-feira, março 31, 2009

UB40 - WEAR YOU TO THE BALL 1989

Epá, nem sei que diga...ai os bailes em Marvila, ui ui ou melhor "Txica bau txica bau, txica bau au au" ié beibiiii

terça-feira, março 10, 2009

Cyndi Lauper - Goonies 'R' Good Enough

Porque é que nos filmes da pequenada tem de haver sempre um gordinho?

quinta-feira, março 05, 2009

Crime Story Opening Theme

Olhágora o que a Rádio Comercial me havia de lembrar no "Músicas p/sonhar". Eu gostava mesmo da série, e desta música então: I WONDER, I WA WA WA WA WONDER (lai lai lai)

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Fraggle Rock Video Promo

Olha agora o que me haviam de recordar. Gostava tanto de ver isto. Isto e toda a bonecada "amarretada" ;)

quinta-feira, janeiro 29, 2009

Ingenuidades

Lembrei-me de mais uma brincadeira parva onde caí que nem uma pata, daquelas mesmo chocas.

Devia ter uns 8 anos e tinha visto na televisão uns truques de magia, entre eles, o da moeda fantasma que consistia em colocar uma moeda por cima do gargalo de uma garrafa vazia que tinha sido previamente colocada, durante um par de horas, no frigorífico. Depois era só segurar na garrafa e aguardar: a moeda pulava como se impulsionada por uma força de outro mundo.

Contei este episódio na escola e a minha colega Irene, que devia pensar que estava a enganá-la, disparou:

- Também podes fazer isso, mas tens de colocar a garrafa em cima do frigorífico e deixar tudo às escuras. Vão sair fantasmas, vais ver.

E eu (imbecil) fiz isso. Com a minha avó a abanar a cabeça completamente incrédula na minha ingenuidade. Claro que não saíram fantasmas. Mas segui as recomendações da minha avó, e no outro dia quando vi a Irene:

- Bem, fantasmas não vi, mas juro-te que saíu um elefante cor-de-rosa :P

sexta-feira, novembro 14, 2008

Que me lembre

Há 25 anos atrás, as pizzas eram exclusivas de restaurantes italianos e os hamburgueres eram uma fina iguaria apenas disponível no Abracadabra, "burgueria" cor de laranja na Rua Portas de Sto Antão (ñ me recorda o nome) e snacks-bar da Caparica.

Jantar ou almoçar fora era um acontecimento e não uma quase rotina e era "finesse" passar Reveillons em restaurantes. Ou ir comer uma sardinhada à Feira Popular.

Os Centros Comerciais eram bem mais pequenos e fazer compras na Baixa de Lisboa é que era in (para mim, continua a ser).

De maneiras que por ora, que me lembre, era isto.

quinta-feira, setembro 18, 2008

sexta-feira, setembro 12, 2008

Viagem de Finalistas

Ontem, ao telefone com uma ex-colega de faculdade mas grande amiga, revivemos os momentos mais parvos da nossa viagem de finalistas. Antes de relatar algumas situações, convém adiantar que a minha viagem não foi para nenhuma ilha paradisíaca com vista a grandes bebedeiras e festarolas, mas sim para Londres. E fomos apenas 4 (3 moças, um moço). O resto da turma também se dividiu: as pindéricas foram p/Brasil e a party people foi para Cuba.

Foram 5 dias. De Quarta a Domingo. Foram bestiais. No início, na chegada a Gatewick, houve alguma desilusão porque achámos tudo muito escuro e triste, como se estivéssemos perante um retrato da Revolução Industrial. Aquelas fábricas em tijolo escurecido lembrava se teríamos feito a melhor escolha. Quando chegámos, de comboio à estação de Victoria, estávamos completamente enganados.

Para contactar-nos, só a Sofia tinha telemovel. Os nossos pais ligavam para lá e depois rachávamos a conta do rooming. Bom, despesas e trajectos combinados, lá começámos a nossa incursão por Londres. Não vou fazer aqui nenhuma reportagem sobre Londres, vou só destacar algumas situações típicas (ou não), de quem viaja:

- Prisão de Ventre
Eu, o Mike e a Lilas tínhamos bastante dificuldade em obrar (é que vai mesmo este termo). Já a Sofia, cada sítio, cada wc. Na véspera de regresso a Portugal, Sábado, a "coisa" estava mesmo a ficar feia, à excepção da Sofia que se tinha tornado amiga íntima das sanitas. De manhã, no elevador do Madame Tussaud's atira a Lilas:
- Epá tenho de me peidar! Tenho de me peidar! EU NÃO AGUENTO!!!
E nós:
- Oh Lilas, olha que a malta percebe o que estás a dizer (os olhares horrorizados dos outros visitantes transpareciam a angústia de levar com um peido de 3 dias).
- Opá não quero saber.
E cagou-se. E saíu do elevador. E toda a gente saíu. Uns riam, outros mostravam-se incomodados. Mas piraram-se todos. E eu e o Mike com a tripa a fervilhar.

Durante a tarde, na visita ao Museu de História Natural:
- Olha, bute ali experimentar o simulador de sismos.
- Bute lá.
Durante a simulação, a Lilas torna à carga:
- Epá tenho de me peidar. Esta torpidação está a dar-me voltas à tripa. EU TENHO DE AMANDAR UM PEIDO SENÃO ARREBENTO!! (Foram mesmo estes os termos).
- Eu e a Sofia saltámos logo p/fora do simulador. O Mike não conseguia mexer-se de tanto rir.

No final do dia, tivémos de fazer uma espécie de rendição: enquanto um tentava concentrar-se no WC para limpar a tripa, os outros davam uma volta ao quarteirão. Isto para evitar o gozo de ouvir a malta a desfazer-se na sanita. E a Lilas lá acalmou também.

- Dormir pouco
Para aproveitar a estadia ao máximo, pouco se dormiu durante aqueles 5 dias, o que fez aumentar o nível de irritabilidade entre os 4. O Mike e a Lilas eram os guias, de mapa na mão à pesca do trajecto definido. Eu e a Sofia seguíamos atrás, a cuscar as casas dos londrinos (as casas em caves não têm privacidade nenhuma). No Sábado à noite (Sábado foi o culminar de tanta coisa, apre) lembrei-me de ver o mapa e servir de guia. A Lilas não gostou (e com razão, vem agora esta gaja ao fim destes dias todos, armar-se em parva) e começámos numa valente discussão e a chorar (sim, a chorar, gajas que não dormem nem cagam, é no que dá) em pleno Covent Garden. Até que passa um velho narso e quebra o gelo: AAAAAAHHHHH SHUT UP!!!! Ficou tudo bem, às gargalhadas.

- Contar os tostões
Para poupar as libras, que em Londres é tudo caro, fizemos apenas uma refeição fora do hotel, mas sempre fast-food. Ao pequeno-almoço, sacávamos pão, queijo e compotas para dentro da mochila, para repartirmos à noite no quarto.

Foi uma viagem e tanto, com muita coisa ainda para contar (a Lilas a gritar no metro que ía colocar as cuecas usadas no topo do saco de viagem para não ser revistada, por exemplo). Para tudo isto, tivemos a ajuda da faculdade que contribuiu com algum dinheiro para a viagem, dos pais e dos trocos que a malta amealhava (no meu caso, já trabalhava). Na viagem para Londres, já reparávamos como a juventude mudava: nós estávamos no final de curso para enfrentar o mercado de trabalho, a vida a "sério". No mesmo avião estavam putos do 12º ano também numa viagem de finalistas. E nós só pensámos:
- Fuod*-**, onde é que nós, há 5/6 anos atrás tínhamos autorização p/isto?

Ah, outra coisa: em Londres passei sempre por gajo, ou melhor, por rapazote (yes lad, they told me). Quando vi as fotos e reparei melhor no meu corte de cabelo, percebi porquê.

China Beach

O que eu gostava desta série!!! Bem catita in deed ;)

quinta-feira, setembro 11, 2008

New Order - True Faith

Mais uma a trazer saudade. A primeira vez que ouvi foi como banda sonora do "Nova Iorque fora d'horas" onde o Michael J. Fox desempenhava um papel "sério".

quarta-feira, setembro 10, 2008

KISS I WAS MADE FOR LOVING YOU

Quando ainda era moda exibir fartas peitaças peludas!! Anyway, grande malha :D

sábado, agosto 16, 2008

joy - touch by touch 1987

Olha olha...que só malembra feiras :)

quinta-feira, julho 03, 2008

Apre!!!

Já nem os escaldões são iguais!!!

sexta-feira, março 14, 2008

O Banco dos palermas

Esta semana, na Prova Oral, fizeram uma pequena abordagem ao banco dos palermas e às figuras que a malta faz quando neles se senta, sendo que também eu fiz grandes figuraças no tempo dos autocarros laranja. A saber:

- Sentada de costas para o motorista, à minha frente um senhor, com a cabeça encostada ao vidro, ressonava e babava até que lhe cai em cima o rôlo do estore. Como não conseguia conter o riso, olhei para o resto das pessoas que estavam nos bancos mais atrás e ri-me desalmadamente fingindo que conhecia alguém que supostamente estaria sentado nesses bancos, ou seja, para não parecer que me estava a rir sozinha, dei uma "ah e tal, já viste isto, ah ah ah ah, pois é, ah ah ah". Até acenei e tudo. Sim, pensaram que fosse maluca porque ficaram a olhar uns p/outros a pensar para quem é que eu estaria a falar;

- Numa travagem brusca, aterrei de joelhos e enfiei a cabeça no meio da pernas do rapaz à minha frente que tratou logo de dizer-me que o acidente não tinha importância. CLARO!!

- Em pé, a aguardar que vagasse um lugar, dei por mim sentada ao colo de um velho casparoso por causa de uma manobra do condutor;

- De Marvila à Praça do Comércio, no 59, o trajecto era feito por estradas bem estreitas, esburacadas e de curvas apertadas. Cada vez que me tentava sentar nesses bancos, fazia autênticas sessões de Pinball.

Fora dos bancos dos palermas, numa corrida desenfreada para tentar apanhar o 19, levei um valente soco de um senhor que, parado na fila, esticou o braço para "chamar" o autocarro.

Também já fiquei com a cabeça entalada nas portas quando me lembrei que tinha de sair naquela paragem, já depois de toda a gente ter saído.

Já me seguraram pelo peito quando caí de costas. Dei com o chapéu de chuva no parvalhão.

Já bati de boca no obliterador porque tropecei no casaco (quando era aquela moda parva dos casacos compridos).

Quase diariamente levava com o cheiro a "ciboilas" e refogado logo pela manhã.

Já levei com um par de enooooormes seios na cara que até me saltaram os óculos à conta da pressa de uma senhora roliça.

Mas o que eu gostava mesmo era de andar nos autocarros de 2 andares, como o 39 ou o 59 à hora de ponta: a malta da preparatória até se atropelava p/ir p/piso de cima. Ah, belos tempos!!!

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Scatman John: Scatman music video

Ainda hoje não gosto desta música (deve ser por causa do bigode...ou não :P)

quinta-feira, janeiro 24, 2008

Fora do contexto do Blog

Esposo: Quem é o Luís Filipe Nazaré?
Eu: é o presidente do Grupo onde trabalho.
Esposo: É gago?
Eu: Não! Porque perguntas isso?
Esposo: Enviou-te a mesma carta 3 vezes...

quarta-feira, janeiro 16, 2008

Melhor que o Sumol

O Fruto Real, essa bela laranjada que me acompanhava à hora de almoço nos meus tempos de escola primária. A minha avó comprava sempre uma garrafita de Fruto Real na tasca da Ti Virgínia para fazer pendant com o arroz de manteiga, ovo escalfado e bife de perú. Aaaaahh



Quando não havia Fruto Real, marchava o drink de vinho morangueiro, água e açúcar!!!

segunda-feira, dezembro 24, 2007

P**** das Correntes

Cá vai a resposta à corrente de argolas pesadas que a Mipo Josefina dos Santos Maionés me lançou baseada nisto: "diga uma coisa que gostasse muito de receber como presente de Natal, e três que não quisesse receber de maneira nenhuma. Podem ser coisas reais ou imaginárias: a criatividade é que conta. Depois passe o desafio aos habituais cinco blogs."

Ora pois bem, gostava muito de receber QUALIDADE DE VIDA!!!

Vão de retro: peúgas brancas, malta que gosta de se meter na vida dos outros e songas-mongas.

Ora agora 5 blogs: pode ser a maria das pétalas, a Hell do Varão e o Brattinho. Faltam dois, quem quiser responder, façófavor.

quinta-feira, dezembro 13, 2007

Com este frio...

...apetece-me falar de sacos de água quente e de botijas. Está bem, não é só por causa do frio, mas também por ter ouvido o Markl na Antena 3 (há já alguns dias) a falar sobre as botijas da avó. Aparentemente ninguém conhecia as botijas a que o Markl se referia: de ferro, tipo bomba atómica, envoltas num paninho para não queimar os pés! Mas eu conheço!! Também os meus avós utilizavam essas botijas, envoltas nuns panos que me pareciam directamente retirados das ovelhas, todos lãzudos.

Ferviam a água na chaleira de latão(que ainda existe e ainda assobia), enchiam as botijas que depois colocavam aos pés da cama, no meio dos lençóis de flanela. Durante a noite, para apanharem o menor frio possível, utilizavam os penicos de louça que estavam no armário da mesa de cabeceira, e era vê-los, pela manhã, com as suas chávenas gigantes a caminho da casa-de banho, para despejar os fluídos nocturnos.

Se fossem vivos, ainda procediam assim. Nada de lençóis térmicos, nada de aquecedores no quarto ou de edredons de penas ou mesmo os sacos de água quente (não vão as unhas romper aquilo). E muito menos dormirem muito juntinhos, pois "o teu avô ressona muito", dizia a minha avó paterna, porque a minha avó materna era bem mais radical: mudava de quarto!!

No meu caso, se o esposo ressonar, dou pontapés! Ou encontrões! Ou só aviso...depende da quantidade de horas em que estou a tentar dormir :)

sexta-feira, novembro 23, 2007

Para o meu filho...quando crescer

Tudo o que te poderei dizer está resumido aqui:

"When you try your best but you don't succeed
When you get what you want but not what you need
When you feel so tired but you can't sleep
Stuck in reverse.

When the tears come streaming down your face
When you lose something you can't replace
When you love someone but it goes to waste
Could it be worse?

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

And high up above or down below
When you're too in love to let it go
But if you never try you'll never know
"Just what your worth"

Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you

Tears stream, down on your face
When you lose something you cannot replace
Tears stream down your face and I...


Tears stream, down on your face
I promise you I will learn from my mistakes
Tears stream down your face and I...


Lights will guide you home
And ignite your bones
And I will try to fix you."

A mãe vai estar sempre aqui :)

quarta-feira, novembro 07, 2007

sexta-feira, novembro 02, 2007

Reunião de pais

Como o tempo passa, como o tempo passa! Fui convocada para uma reunião de pais na creche do meu filho que tem apenas 5 meses. A reunião demorou cerca de 2h30m para apresentação da equipa e "palestra" sobre o meio envolvente das crianças. Durante aquele tempo verifiquei que 90% dos encarregados de educação eram senhoras. Deviam estar presente cerca de 4 homens no meio daquele mulherame todo.

Ora se bem me recordo na altura em que estudava, pois ao contrário do meu filho, eu estive com os meus avós até entrar para a primária (outro sinal de que os avós de agora trabalham até mais tarde ou moram longe, e por isso lá vai a criançada para os depósitos infantis), o meu pai é que era o encarregado de educação. E isto acontecia com a maioria dos meus colegas: era o pai e não a mãe, como constato agora, quem atendia à reunião de pais. E até percebo porquê: ao existirem queixas do director de turma sobre o comportamento do filho(a), ainda por cima expostas à frente dos outros encarregados de educação, o pai tratava de aviar uns bons berlaites no educando assim que chegasse a casa. Seguidamente, o educando, com as nalgas vermelhas dos açoites e das traulitadas aviadas sem dó nem piedade, corre em pranto para a mãe, com as candeias a iluminar-lhe as narinas em busca de mimo e conforto. Aliás, muitas das vezes ficávamos a aguardar no recreio que a reunião terminasse e as traulitadas começavam logo ali. Um calduço a caminho do carro servia de aviso para o comenzal de berlaitas que levaríamos aquando chegássemos a casa. E assim era no meu tempo, com a maioria dos meus colegas.

Hoje a figura do pai é muito mais permissiva e as mães é que tomam a figura de domadoras. Mas as mães têm coração de manteiga (algumas) e dei por mim a assistir a comentários deste tipo:

- Nem sei que fazer! A minha filha está na fase das mordidelas e já tenho as pernas mordidas, numa lástima mesmo. Por muito que lhe faça ver, ela não muda!! - Mãe Chorosa

- Eu gostava de saber porque é que o meu filho, numa semana, apareceu todo mordido. Todos os dias leva uma dentada. E ele não morde! Não morde porque eu já lhe expliquei que isso não se faz!! (Mãe indignada)

- Olhem que isso de avisar os filhos tem muito que se lhe diga. Eu farto-me de avisar a minha e....(atende o tlm)....(desliga)...olhem vou ter de sair porque a minha filha (com 1 ano) acabou de abrir o lábio à irmã com uma colher de pau! (Mãe orgulhosa)

E eu só pensava: meu Deus...os filhos são isto?! Oh tempo volta p/trás! (Mãe apavorada)

Fischer Z - So Long

At last!!!! Uma das minhas músicas favoritas!! At last!

Um grande bem haja ao Youtube!

segunda-feira, outubro 29, 2007

Frank Pourcel - Concorde

Finalmente encontrei a música que me fazia chorar baba e ranho e tremelicar de pavor, de cada vez que o meu pai se lembrava de ouvir isto na sua Pioneer (era muito vaidoso com a dita aparelhagem). Pensem o que quiserem, mas eu tinha medo, muito medo. Passados 26 anos, esta música ainda me arrepia, mas pronto, já não choro :S

domingo, outubro 21, 2007

Coisas que escrevia

Tornei a folhear os meus diários, encontrei isto:

"Quem dera a mim
Ai quem me dera
Ser fresca como a Primavera
Portar o odor do jasmim
Ser singela como as bétulas
Sensível como uma rosa
Uma rosa bem espinhosa
(pois preciso ter defesas)
E formar-me em poesia
E na inocência pura
Na beleza, na alegria
Camufladas por magia
Na mais perfeita armadura
Queria ser inteligente
E partilhar-me com a glória
Pois com falhas de memória
Deambulo amargamente
Queria ser, ser e ser
Um verbo bem conjugado
Falarem-me no Presente
Num Imperfeito Passado
Só que é o futuro que conta
E só vejo escuridão
Sei que ainda não estou pronta
Nem está pronto o coração"


Quinta-Feira, 12 de Novembro de 1992

Devia ter sofrido uma desilusão amorosa qualquer. Hoje parece-me bem actual se ilustrar o que sinto quando ouço falar no orçamento do Estado.

segunda-feira, outubro 01, 2007

Dilema do burrié

Frequentava ainda o 1º ano de faculdade, quando, numa aula de Direito Económico me deparo com um dilema terrível: tinha o meu nariz entupido por um burrié grande e seco. E aquilo incomodava-me. Incomodava-me tanto que até deixei de prestar atenção à aula e concentrei-me na forma airosa de extrair o macacóide, sem que ninguém desse conta.

Encostei o dedo ao exterior da narina, fazendo pressão em círculos para soltar o empata narinas, afim de poder assoar-me e assim libertar-me daquele incómodo. Finalmente consigo o feito e quando me viro para tirar os lenços de papel da mala, ouço o meu colega:

- Olhaaa, caíu-te uma "cena" do nariz....(e o macacão ali escarrapachado no meu caderno).

De facto caíu...CAÍU-ME TUDO!!!!!

quinta-feira, setembro 20, 2007

Sapatos novos

Na escola primária e mesmo já no liceu, quando alguém aparecia com sapatos novos, a malta tinha o costume de pisá-los. Cheguei a casa tantas vezes com os ténis acabadinhos de estrear a aparentarem, pelo menos, um século de idade!!!

Neste fim de semana, ao tentar a façanha nos novos sapatos "vela" de um amigo meu, limitei-me apenas a ouvir:

- Experimenta e levas uma berlaita p/tromba adentro!!!

E eu não experimentei!